quinta-feira, 31 de julho de 2014

constatação do dia

unsubscribed mail de propaganda tem um profundo efeito libertador. e deixa a caixa de entrada muito "limpa". 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

andava aqui com um nó na garganta...

na terça feira tive uma situação que eu achei tão chata que me deu nó na garganta até hoje! a situação foi basicamente esta: um vendedor ao qual eu nunca comprei nada (está numa empresa nova que eu não conheço) entrou em contacto comigo há cerca de seis meses e deixou-me um catalogo de produtos. entretanto nessa altura tive uma inundação e perdi um monte de coisas, pelo meio o dito catálogo. voltou a vir cá mas o catalogo já não estava válido (era do ano anterior) então disse-me que não tinha novo ainda para me dar. entretanto mudou de empresa e voltou há cerca de um mês e deixou-me o catálogo da nova empresa. o mesmo cano (que não tinha ficado correctamente arranjado) rebentou e avariou-me computador, inundou tudo outra vez e lá foi o catálogo no meio de outros por água a baixo! na terça feira veio cá e eu disse-lhe que estava sem catálogo porque tinha havido inundação. resposta prontissima do vendedor: já me deu essa desculpa da outra vez, diga lá outra... eu parei olhei para ele e não tive reacção. disse-lhe só passe cá noutro dia que hoje não tenho tempo. e o nó instalou-se. e foi crescendo. acho que cresceu por minha causa porque não reagi logo... o homem vendedor que é até podia ter pensado aquilo mas dizer?? fiquei furiosa!!!! e o nó a crescer! hoje quando o vi rebentou o nó! fui directa e nem o deixei dizer bom dia! tenho a dizer-lhe que fiquei muito incomodada com o seu comentário na terça porque eu não tenha necessidade nenhuma de lhe mentir porque se não quiser comprar nada não compro. e ponto final! mas como pode ver ainda tenho as paredes com bolor! (sim bolor que não sai que ainda não veio tempo quente e aquilo cresce que é coisa feia por mais que se ande sempre a limpar.. enquanto não vier calor não há praticamente nada a fazer). e agradecia que não voltasse sequer a insinuar em qualquer momento que eu lhe menti neste ou noutro qualquer assunto. não tenho necessidade de mentir, mas estamos na quarta classe?? arre. e pronto. desapareceu o nó e voltou a tranquilidade à minha garganta. 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

dias difíceis, tempos dificeis

ando há já algum tempo a assistir ao desmoronar de um monte de relações de amigos meus. namoros e/ou casamentos que terminam. mas numa quantidade que me assusta. cada um pela sua razão vão terminando. uns com histórias escabrosas de traições e complicações impensáveis, outros mais pacíficos, mas terminam. uns longos outros mais recentes mas terminam. não sei o que se passa e se os tempos de crise justificam tudo mas são muitas as pessoas que vejo nesta situação. acho especialmente preocupante com filhos pequenos. não sou defensora dos casamentos de fachada não é isso, mas ter filhos deveria ser um passo muito bem pensado e planeado e especialmente desejado, num projecto a longo prazo. será demasiado animo leve? estaremos mais egoístas nas relações, mesmo com o nosso companheiro de vida? será que é assim tão fácil terminar um projecto e começar outro? devagarinho vou perdendo a fé no amor. devagarinho vou sentindo que posso ser eu a envolvida numa destas histórias que não quero para mim. antes só que mal acompanhada será? eu acho que não. mas cada dia vejo como mais difícil o manter de relações que com o tempo não são mais que ralações. só muda uma letra, mas muda tanto a nossa vida. dói-me a alma com mais uma história que ouvi hoje. um desabafo de uma amiga que está a fazer tudo para manter o casamento, mas uma parte a tentar não chega falta a outra, e quando a outra não quer é tão mais fácil desistir. 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

da natalidade

enquanto se focar a discussão em como aumentar a taxa de natalidade, sem haver uma real discussão sobre a família não vai haver qualquer alteração, muito menos positiva, na primeira. num pais que não protege a família, que afasta cada vez mais os cônjuges, que os faz trabalhar cada vez mais e mais longe de casa (com todo o tempo perdido em viagens que tal implica), que permite horários tudo menos familiares, que afasta as pessoas do convívio interno, mas faz tudo para as colocar em centros de consumo ao fim de semana, que não permite que quando um ente querido morra se vá sequer ao funeral, enquanto formos números e máquinas isoladas no mundo não vai haver espaço para ter bebés, não há tempo, não há dinheiro, não há disposição. 
uns amigos meus, casal e dois filhos, que emigraram para a suiça no verão passado, disseram-me que foi lá que ganharam família. lá ganharam tempo juntos que cá não tinham. os fins de semana são de família por falta de opção, com os shoppings/lojas fechados obrigam-se a estar uns com os outros. as escalas de trabalho são feitas tentando coordenar os fins de semana com os maridos, nem sempre é possível, mas nunca também é má vontade.
com alguns dos incentivos só consigo rir mesmo. achar que alguém vai ter um (ou mais um) filho por causa das alterações no irs é o cumulo do desconhecimento do problema. 
enquanto não se discutir família, não se deve discutir natalidade. é começar pelo fim. discutir natalidade sem perceber o que se passa com as nossas famílias (expectativas, necessidades, dificuldades), não é só demagogia é querer separar o inseparável.

terça-feira, 15 de julho de 2014

em guerra com a impressora!

hoje a minha impressora recusa-se a imprimir um qualquer documento aberto (em trabalho). mas se eu o gravar no disco e então mandar imprimir já o faz. arre que está a dar comigo em doida!!!